Pesquisas

Estudos que provam que o Fracking é um método danoso a saúde

Visão geral dos commodities: Edição especial sobre gás de xisto

O gás de xisto é o foco da atual edição da série “Commodities at a Glance”. Surgiram pontos de vista conflitantes em relação, por exemplo, às suas possíveis contribuições para a economia, seu impacto na criação de empregos e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente.

O principal desafio deste relatório foi oferecer uma perspectiva desapaixonada sobre esses aspectos, a fim de tomar decisões informadas sobre questões relacionadas às atividades de gás de xisto.

Pesquisa em inglês.

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Estudo comprova queda na aprovação da opinião pública ao fracking no Reino Unido

Em 2017, Relatório do Departamento de Negócios e Energia do Reino Unido levantou dados sobre a opinião do pública em relação às fontes de energia. Quando o assunto foi fracking a aprovação deste processo caiu para 16%, enquanto os que não aprovam o processo são 33%. Contudo, metade de população (48%) não sabe dizer se aprova ou é contra o fraturamento hidráulico.

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Americanos e ingleses desconfiam dos benefícios do fracking

Estudo divulgado em 2017 mostra que americanos e ingleses desconfiam do fracking por causa de seus danos ambientais. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Santa Bárbara nos Estados Unidos em conjunto com a Universidade de Cardiff, no País de Gales. O objetivo foi expor o debate do fracking às comunidades americana e inglesa, além de mostrar a  força do engajamento público como fator de influência nas decisões sobre a forma de produzir energia. O estudo constata que a visão da população sobre o fracking é de benefício a curto prazo, mas com malefícios a longo prazo com a degradação ambiental. Veja a matéria (em inglês).

Pesquisa em inglês.

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Lago da Pensilvânia (EUA) foi contaminado por águas residuais de fracking

Pesquisadores da Universidade da Pennsylvania, Colorado e Darmouth, divulgaram estudo em 2017 em que constatam o descarte de água residual pelo fracking como fonte de contaminação de lago na Pensilvânia. Foram encontradas nas amostras altos níveis de substâncias danosas ao meio ambiente e para saúde humana em instalações que, limitadamente, tratam a água residual da exploração do xisto. Entre os elementos encontrados estão substâncias cancerígenas e disruptores endócrinos químicos.

Pesquisa em inglês.

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EPA divulga relatório que relaciona contaminação de fontes de água aos fluídos do fracking

Divulgado em 2016, relatório final do grupo de pesquisa da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), estuda os impactos do fraturamento hidráulico na água sobre recursos de água potável nos Estados Unidos. A pesquisa lista as ações realizadas pelo fracking, e destaca consequências de cada processo feito no consumo de recursos de água potável em regiões onde as atividades fracking são frequentes.

Pesquisa em inglês.

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Emissões decorrentes do fracking pioram a qualidade do ar

Altas emissões de etano, hidrocarboneto encontrado na exploração de combustíveis fósseis, colaboram para diminuir a qualidade do ar. É o que aponta o estudo realizado em 2016 por pesquisadores de Michigan (EUA) que se reuniram para fiscalizar as emissões de etano na reservatório de xisto da Dakota do Norte, produtor de equivalente a 1-3% de todo etano no mundo. Através de base de dados sobre a qualidade do ar, os pesquisadores esperam agora  entender o impacto da exploração da rocha de xisto na qualidade de ar no mundo.

Pesquisa em inglês.

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Nascer próximo a um poço de fracking representa risco de morte para bebês, alerta pesquisa

Com intuito de mostrar a relação entre a taxa de mortalidade infantil com a exploração do fracking uma pesquisa constatou em 2017 o aumento nos casos de mortalidade infantil em Washington, no estado da Pensilvânia. Pesquisadores afirmam que bebês nascidos nessa região, entre os anos de expansão do fracking, estão 28% mais propensos a morrer no primeiro mês do que aqueles nascidos num período pré-expansão do fracking.

Pesquisa em inglês.

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Harvard: Pesquisadoras afirmam que aumenta a falta de informações sobre químicos usados no fracking

Em 2015, a quantidade de informação retida pelas empresas que fazem fracking aumentou nos últimos três anos, de acordo com um estudo de Kate Konschnik, palestrante e diretora da Harvard Environmental Law Policy Initiative, e Archana Dayalu, Ph.D. candidata no Departamento de Ciências Planetárias e Terrestres da Escola de Pós-Graduação em Artes e Ciências . Um relatório anterior da Agência Federal de Proteção Ambiental descobriu que, entre 2010 e 2012, 11% dos produtos químicos utilizados na fracking não foram relatados. O estudo de Konschnik e Dayalu descobriu que, entre 2012 e abril de 2015, aumentou para 16,5%.

Pesquisa em inglês.

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Estudo da Universidade de Cornell (EUA) mostra que metano liberado pelo fracking intensifica o aquecimento global

Segundo os pesquisadores, o metano é um gás de estufa incrivelmente poderoso que é 100 vezes maior em calor absorvente do que o dióxido de carbono, enquanto os dois gases permanecem na atmosfera. E 86 vezes mais danosos quando comparado com uma média de 20 anos após a emissão. Quando as emissões de metano são incluído, a pegada de gases de efeito estufa do gás de xisto é significativamente maior do que a convencional gás natural, carvão e petróleo. Devido ao aumento do desenvolvimento do gás de xisto nos últimos anos, as emissões totais de gases de efeito estufa provenientes do uso de combustíveis fósseis nos EUA aumentaram entre 2009 e 2013, apesar da diminuição das emissões de dióxido de carbono. Dadas as projeções para expansão contínua da produção de gás de xisto, essa tendência de aumentar as emissões de gases de efeito estufa de combustíveis fósseis é previsto para continuar até 2040.

Pesquisa em inglês.

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Imóveis próximos a áreas de fracking perdem valor no mercado imobiliário

Em 2015, o Departamento de Economia da Duke University (EUA) investigou a queda de preço dos imóveis em regiões próximas do desenvolvimento de fracking. O estudo foi motivado pela questão de se os benefícios do fracking compensam os custos deixados nos recursos naturais.Os pesquisadores concluíram que propriedades dependentes do uso da água subterrânea têm seu valor reduzido drasticamente no mercado imobiliário.

Pesquisa em inglês.

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Poços abandonados de fracking continuam a ‘vazar’ gases de efeito estufa

Artigo científica divulgado em 2010 mostra as consequências do fechamento dos poços de perfuração logo após esgotarem os recursos naturais, trazendo consigo problemas ambientais de grande escala. Este artigo trata dos males que os poços de perfuração inativos causam depois de serem fechados. O vazamento de gás nesses poços inativos facilita a emissão direta à superfície dos gases de efeito estufa e a contaminação da água subterrânea.

Pesquisa em inglês.

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Aumentou consideravelmente o volume de água usada para fracking em Ohio (EUA)

Divulgada em 2016, uma análise da Dispatch apontou que a quantidade de água que as empresas usam para perfurar petróleo e gás no xisto de Ohio (EUA) aumentou de forma constante de 2011 a 2015. Os números mostram que o uso de água em Ohio cresceu cerca de 10% entre 2013 e 2014, de acordo com a análise do FracFocus Chemical Disclosure Registry, um site patrocinado pela indústria de petróleo e gás que coleta informações sobre perfuração e fraturamento hidráulico de xisto para liberar petróleo e gás. As empresas usaram cerca de 36 milhões de litros para perfurar os poços em 2015 do que em 2014, mostra a análise do Despacho. A quantidade média de água utilizada por poço também aumentou.

Pesquisa em inglês.

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Com ajuda da tecnologia, pesquisadores comprovam emissão fugitiva de hidrocarbonetos em poços de fracking

Relatório de 2016 investigou se os produtores de petróleo e gás nos Estado Unidos estão emitindo grandes quantidades de hidrocarbonetos. Com uso de uma câmera infravermelha, os pesquisadores fizeram um levantamento aeroespacial para fiscalizar o vazamento de hidrocarbonetos em 7 reservatórios. O estudo investigou 8 mil poços e constatou que Bakken, na Dakota do Norte, apresenta um número grande de emissão de hidrocarbonetos por vazamento em seus reservatórios.

Pesquisa em inglês.

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Pesquisa relaciona fracking com casos de nascimentos prematuros

Pesquisadores realizaram um estudo em 2016 sobre a relação de nascimentos com a extração não convencional de gás. O resultado demonstra que o contato com os poluentes produzidos pelo fracking, estão relacionados com alguns casos de nascimentos prematuros em mães expostas as atividades do fracking.

Pesquisa em inglês.

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